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fábio andrade

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CRITICISM

Bilingual archive

  • Photographic trip: The Day Was a Scorcher, Ken Jacobs (April 2020);
  • Thomas Elsaesser tribute (March 2020);
  • An interview with Kleber Mendonça Filho and Juliano Dornelles (March 2020);
  • An interview with André Novais Oliveira (February 2020);
  • Beyond the future: Mostra de Tiradentes 2020 podcasts (February 2020); 
  • Pedro Costa’s Vitalina Varela: a conversation with Juliano Gomes (November 2019);
  • Copacabana Mon Amour, Rogério Sganzerla (November 2019);
  • Burying our living: Bacurau, Kleber Mendonça Filho & Juliano Dornelles (October 2019); 
  • The future of a past: The Irishman, Martin Scorsese (October 2019); 
  • In flames: Nocturama, Bertrand Bonello (August 2019); 
  • Full stop: Come Drink with Me, King Hu (July 2019); 
  • “Carlos Adriano’s Cinepoemas” (July 2019);
  • “Microdrama: Long Way Home, André Novais” (April 2019);
  • “Notes on M. Night Shyamalan” (March 2019);
  • “The words and the others: Los SIlencios, Beatriz Seigner, and The Dead and the Others, João Salaviza and Renée Nader Messora” (March 2019); 
  • “Class Carnival: Cat Skin, Joaquim Pedro de Andrade” (February 2019);
  • “The precision of uncertainty: The Priest and the Girl, Joaquim Pedro de Andrade” (February 2019);
  • “The disheartened eye: Mrs. Fang, Wang Bing” (November 2018);
  • “A one and a one: Nada, Gabriel Martins” (November 2018); 
  • “The artificial divine: Holy Tremor, Bárbara Wagner and Benjamin de Burca” (September 2018);
  • “The limits of control: The Umbrellas of Cherbourg, Jacques Demy” (June 2018);
  • “Displacing identity II: Claire’s Camera, Hong Sang-soo” (May 2018);
  • “Displacing identity I: Voyerístico, Jonathas de Andrade” (May 2018);
  • “The conquest of the West: Western, Valeska Grisebach” (March 2018);
  • “For the sake of the song: Araby, Affonso Uchoa and João Dumans” (January 2018);
  • “Sacrificial love: Lover for a Day, Philippe Garrel” (January 2018);
  • “Landscape: Measuring Change, James Benning” (January 2018);
  • “Everything happens: Jeanne Dielman, 23 Quai du Commerce, 1080, Bruxelles, Chantal Akerman” (December 2017);
  • “Living mismatch: The Two Irenes, Fabio Meira (November 2017);
  • “The specific is dead, long live the specific: Moonlight, Barry Jenkins, and The Human Surge, Teddy Williams” (April 2017);
  • “Song 23: 23rd Psalm Branch, Stan Brakhage” (February 2017); 
  • “The politics of attention: Museum Hours, Jem Cohen” (November 2016);
  • “Bull and glow: Neon Bull, Gabriel Mascaro” (September 2016);
  • “Creepy, Kiyoshi Kurosawa” (July 2016);
  • “A Brighter Summer Day, Edward Yang” (March 2016); 
  • “Pendulum, James Nares” (March 2016); 
  • “France is Our Mother Country, Rithy Panh” (March 2016); 
  • “The inner outside: Horse Money, Pedro Costa” (January 2016);
  • “Shadowplay: In the Shadow of Women, Philippe Garrel” (October 2015);
  • “A branch in the wind: No Home Movie, Chantal Akerman” (September 2015);
  • “Fade out: Last Conversations, Eduardo Coutinho, Jordana Berg, and João Moreira Salles” (August 2015)
  • “Permanent contradiction: a conversation with Adirley Queirós” (August 2015);
  • “The ruin of what was not met: Jealousy, Philippe Garrel” (October 2014);
  • “Redefining impressions: Naked Childhood, Maurice Pialat” (March 2014);
  • “The truth in the false: Batguano, Tavinho Teixeira” (February 2014); 
  • “Half-open window: The Moving Creatures, Caetano Gotardo” (May 2013); 
  • “Meta-existence: Le Quattro Volte, Michelangelo Frammartino” (April 2013);
  • “Political movements: Neighboring Sounds, Kleber Mendonça Filho” (March 2013);
  • “The process of truth: Road to Nowhere, Monte Hellman, and Certified Copy, Abbas Kiarostami” (August 2011);
  • “Fixating process: Ne Change Rien, Pedro Costa” (December 2010);
  • “Contagem, Gabriel Martins and Maurilio Martins” (November 2010); 
  • “In the dark: Moscow, Eduardo Coutinho” (April 2009);
  • “Time traveler: Tie Xi Qu – West of the Tracks, Wang Bing (May 2008);
  • “Three hours of life: Fengming, Wang Bing” (March 2008).

Cinema Tropical
English only

  • Veredas Tropicais #15: Iracema – Uma Transa Amazônica (1976), Jorge Bodanzky & Orlando Senna (July 2020);
  • Veredas Tropicais #14: Lacrimosa (1970), Aloysio Raulino & Luna Alkalay (July 2020);
  • Veredas Tropicais #13: Housemaids (2012), Gabriel Mascaro (June 2020);
  • Veredas Tropicais #12: Island (2018), Ary Rosa & Glenda Nicácio (June 2020);
  • Veredas Tropicais #11: In Your Company (2010), Marcelo Caetano (June 2020);
  • Veredas Tropicais #10: Soul in the Eye (1973), Zózimo Bulbul (June 2020);
  • Veredas Tropicais #9: Orixá Ninú Ilê (1978), Juana Elbein dos Santos (May 2020);
  • Veredas Tropicais #8: Seven Years in May (2019), Affonso Uchôa (May 2020);
  • Veredas Tropicais #7: Alvorada (2004), Nuno Ramos (May 2020);
  • Veredas Tropicais #6: Road to Ythaca (2010), Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes, Ricardo Pretti (May 2020);
  • Veredas Tropicais #5: Bedouin (2016), Júlio Bressane (April 2020);
  • Veredas Tropicais #4: Portraits of Identification (2014), Anita Leandro (April 2020);
  • Veredas Tropicais #3: Cat Effekt (2010), Gustavo Jahn and Melissa Dullius (April 2020);
  • Veredas Tropicais #2: Brasilianas (1945-74), Humberto Mauro (April 2020);
  • Veredas Tropicais #1: Amazing World Remix (2014), Gabriel Martins (April 2020);
  • In Memorian: Luiz Rosemberg Filho, a Life of Non-Conformity (May 2019).

Criterion.com
English only

  •  What They Found: Our Contributors Share Their 2018 Discoveries.

Filme Cultura
Portuguese only

  • “Novas trilhas,” Revista Filme Cultura n. 58, November 2012, 53-7; 
  • “Filmar como retribuição,” Revista Filme Cultura n. 53, January 2011, 41-4;
  • “Das tripas, coração,” In Revista Filme Cultura n. 51, July 2010, 62-4.

Cinética
Portuguese only

  • “Enterrando nossos vivos: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho & Juliano Dornelles” (Outubro 2019);
  • “O futuro de um passado: The Irishman, de Martin Scorsese” (Outubro 2019);
  • “Tudo acontece: Jeanne Dielman, 23 Quai du Commerce, 1080 Bruxelles, de Chantal Akerman” (Dezembro 2017);
  • Viver em desencaixe: As Duas Irenes, de Fábio Meira (Novembro 2017)
  • A revanche das sinhás: O Estranho que Nós Amamos, de Sofia Coppola (Novembro 2017)
  • A imagem em jogo: O Inquilino, de Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander (Agosto 2017)
  • O específico está morto, longa vida ao específico: Moonlight, de Barry Jenkins, e O Auge do Humano, de Teddy Williams (Abril 2017)
  • A poesia está morta, longa vida à poesia: Paterson, de Jim Jarmusch, e A Quiet Passion, de Terence Davies (Novembro 2016)
  • A política da atenção: Horas de Museu, de Jem Cohen (Novembro, 2016)
  • A alteridade está morta, longa vida à alteridade: A Garota Desconhecida, de Jean-Pierre e Luc Dardenne, e Fire at Sea, de Gianfranco Rosi (Novembro, 2016)
  • O simbólico está morto, longa vida ao simbólico: Sieranevada, de Cristi Puiu, e O Ornitólogo, de João Pedro Rodrigues (Outubro, 2016)
  • A palavra está morta, longa vida à palavra: Certain Women, de Kelly Reichardt, e I Had Nowhere to Go, de Douglas Gordon (Outubro, 2016)
  • Mecânica e pulsação: Kaili Blues, de Bi Gan, e Three, de Johnnie To (Setembro, 2016)
  • O que os olhos não vêem: A Bruxa, de Robert Eggers (Setembro, 2016)
  • Os filmes de Bette Gordon e James Benning (Setembro, 2016)
  • Já visto, jamais visto: Cemitério de Esplendores, de Apichatpong Weerasethakul (Setembro, 2016)
  • O desejo pelo Ocidente: Under the Shadow, de Babak Anvari (Setembro, 2016)
  • Válvula e escape: jornada em cárcere a céu aberto – o cinema de Monte Hellman (Setembro, 2016)
  • O boi e o brilho: Boi Neon, de Gabriel Mascaro (Setembro, 2016)
  • All of this will go: Em Jackson Heights, de Frederick Wiseman (Janeiro, 2016)
  • Um galho ao vento: No Home Movie, de Chantal Akerman (Janeiro, 2016)
  • Jogo de sombras: In the Shadow of Women, de Philippe Garrel (Janeiro, 2016)
  • Presente do pretérito: Vista ou Memórias e Confissões, de Manoel de Oliveira (Janeiro, 2016)
  • Através de um vidro coberto de chuva: Carol, de Todd Haynes (Janeiro, 2016)
  • Histórias de guerra: De Palma, de Noah Baumbach e Jake Paltrow (Janeiro, 2016)
  • Power to the people: Mountains May Depart, de Jia Zhang-ke (Janeiro, 2016)
  • Terror e tremor: The Sky Trembles and the Earth is Afraid and the Eyes are Two Brothers, de Ben Rivers (Janeiro, 2016)
  • Recordações de uma mala vazia: A Visita, de M. Night Shyamalan (Janeiro, 2016)
  • Explosão imaginária: As 1001 Noites, de Miguel Gomes (Janeiro, 2016)
  • Com vista para dentro: Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa (Janeiro, 2016)
  • “Por outro lado, o cinema é uma indústria”: Snowpiercer, de Bong Joon-ho (Setembro, 2015)
  • Do sofrimento: O Sal da Terra, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado (Agosto, 2015)
  • Fade out: As Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho, Jordana Berg e João Moreira Salles (Agosto, 2015)
  • O subtexto do texto: Divertida Mente, de Pete Docter e Ronaldo Del Carmen (Agosto, 2015)
  • O que existe, aparece: Ida, de Pawel Pawlikowski (Março, 2015)
  • O real aludido: Two Years at Sea, de Ben Rivers (Março, 2015)
  • A impressão do trabalho: Kodak, de Tacita Dean (Março, 2015)
  • O preço do desejo: Mapas para as Estrelas, de David Cronenberg (Outubro, 2014)
  • A ruína do desencontro: Ciúme, de Philippe Garrel (Outubro, 2014)
  • Desaparecimento à distância: Zanj Revolution de Tariq Teguia (Junho, 2014)
  • O exílio da desdramatização: Chantier A, de Lucie Dèche, Karim Loualiche e Terek Sami (Junho, 2014)
  • O inferno, provavelmente: Hard to be a God, de Aleksey German (Junho, 2014)
  • As muitas faces de um rosto: O Tempo Passa como um Leão que Ruge, de Philipp Hartmann (Junho, 2014)
  • O cinismo da má consciência: My Class, de Daniele Gaglianone (Junho, 2014)
  • A geometria da transcedência: A Spell to Ward Off the Darkness, de Ben Rivers e Ben Russell (Junho, 2014)
  • A Paraíba em curta metragem (Maio, 2014)
  • O sublime em pés de barro: Argila e A Morte de Maria Malibran, de Werner Schroeter (Maio, 2014)
  • Que farei eu com esta espada?: Torres e Cometas, de Gonçalo Tocha (Maio, 2014)
  • Comédia ostentação: O Âncora 2 – Tudo por um Furo, de Adam McKay (Maio, 2014)
  • Redefinindo impressões: A Infância Nua, de Maurice Pialat (Março, 2014)
  • A sombra de uma dúvida: Carpenter, Craven, De Palma, Ferrara (Fevereiro, 2014)
  • Terrorismo e reificação: Terror!, de Ben Rivers (Fevereiro, 2014)
  • O traço e a moldura: O Menino e o Mundo, de Alê Abreu (Fevereiro, 2014)
  • O horror do pertencimento: O Rio nos Pertence, de Ricardo Pretti (Fevereiro, 2014)
  • A verdade do falso: Batguano, de Tavinho Teixeira (Fevereiro, 2014)
  • Paisagens algo-rítmicas ou Mondrian, Edward Hopper e o portão vermelho – o cinema de James Benning (Dezembro, 2013)
  • A reversão do espetáculo: Satélites, de Leonardo Bittencourt (Dezembro, 2013)
  • O sagrado como política: Walker, de Tsai Ming-liange (Dezembro, 2013)
  • As profundezas da floresta: É o Fim, de Seth Roggen e Evan Goldberg (Dezembro, 2013)
  • A vitória do tempo: Sopro, de Marcos Pimentel (Novembro, 2013)
  • Vida sem destino: Frances Ha, de Noah Baumbach (Novembro, 2013)
  • A história e o lago: O Estranho no Lago, de Alain Guiraudie (Outubro, 2013)
  • O lado escuro da vida: I Used to be Darker, de Matthew Potterfield (Outubro, 2013)
  • A imagem da morte: A Imagem que Falta, de Rithy Pahn (Outubro, 2013)
  • Do além: Outrage Beyond, de Takeshi Kitano (Outubro, 2013)
  • Niilismo em construção: dois filmes de Leo Pyrata (Outubro, 2013)
  • Com violência: cinema como produção de consenso (Outubro, 2013)
  • A cultura da natureza: Night Moves, de Kelly Reichardt (Outubro, 2013)
  • Na beira, o abismo: Deixe a Luz Acesa, de Ira Sachs (Setembro, 2013)
  • A natureza do sobrenatural no cinema de Kiyoshi Kurosawa (Julho, 2013)
  • Aprendendo a morrer: A Bela Adormecida, de Catherine Breillat (Julho, 2013)
  • O sagrado em portas fechadas: A Bela que Dorme, de Marco Bellocchio (Julho, 2013)
  • Janela entreaberta: O que se Move, de Caetano Gotardo (Maio, 2013)
  • Realismo por escrito: O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz (Maio, 2013)
  • Entreatos: Vocês Ainda Não Viram Nada, de Alain Resnais (Maio, 2013)
  • Dramaturgia imponderável: Doméstica, de Gabriel Mascaro (Maio, 2013)
  • A invenção do cinema ou uma genealogia do fim, parte I: Crazy Horse, de Frederick Wiseman (Maio, 2013)
  • A invenção do cinema ou uma genealogia do fim, parte II: L’Apollonide, de Bertrand Bonello (Maio 2013)
  • Meta-existência: As Quatro Voltas, de Michelangelo Frammartino (Abril, 2013)
  • Terra estrangeira: A Visitante Francesa, de Hong Sang-soo (Abril, 2013)
  • O ocaso do Ocidente: ATTENBERG!, de Athina Rachel Tsangari (Abril, 2013)
  • Movimentos políticos: O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho (Abril, 2013)
  • Do outro lado da janela: olhares que se cruzam no cinema de João Pedro Rodrigues (Março, 2013)
  • O fim é o princípio: Caverna dos Sonhos Esquecidos, de Werner Herzog (Março, 2013)
  • Saúde: Hahaha, de Hong Sang-soo (Janeiro, 2013)
  • A imagem das palavras: os desgastes da adaptação em Djalioh, de Ricardo Miranda (Dezembro, 2012)
  • A era da conciliação: Entre o Amor e a Paixão, de Sarah Polley (Dezembro, 2012)
  • Projeções do presente (Novembro, 2012)
  • Claro e escuro: César Deve Morrer, de Paolo e Vittorio Taviani (Outubro, 2012)
  • A justa medida das coisas: 7 Dias em Havana, de Benicio Del Toro, Elia Suleiman, Gaspar Noé, Juan Carlos Tábio, Julio Medem, Laurent Cantet e Pablo Trapero (Outubro 2012)
  • Contrabando: Moonrise Kingdom, de Wes Anderson (Outubro, 2012)
  • Farsa de classe média: Chamada a Cobrar, de Anna Muylaert (Outubro, 2012)
  • Cafetinagem social: Elles, de Malzorgata Szumowska (Outubro, 2012)
  • A revolução moribunda: A Memória que me Contam, de Lucia Murat (Setembro, 2012)
  • Um filme de Ana: Um Filme para Dirceu, de Ana Johann (Setembro, 2012)
  • Miragem: Boa Sorte, Meu Amor, de Daniel Aragão (Setembro, 2012)
  • O entusiasmo como resistência: Este Amor que nos Consome, de Allan Ribeiro (Setembro, 2012)
  • Era uma vez: Era Uma Vez Eu, Verônica, de Marcelo Gomes (Setembro, 2012)
  • O último primeiro cinema: As Aventuras de Paulo Bruscky, de Gabriel Mascaro (Maio, 2012)
  • A solidão do primeiro plano: Na Sua Companhia, de Marcelo Caetano (Maio, 2012)
  • Transbordando gêneros: Jibóia, de Rafael Lessa (Maio, 2012)
  • A transcendência no prosaico: Eu me Lembro, de Edgard Navarro (Maio, 2012)
  • Descrevendo a História: A Música Segundo Tom Jobim, de Nelson Pereira dos Santos (Abril, 2012)
  • Sagrada perversão: Sergio Leone e seu punhado de dólares (Março, 2012)
  • De volta ao presente: Pina, de Wim Wenders (Março, 2012)
  • Sob o risco do real: 2 Coelhos, de Afonso Poyart (Março, 2012)
  • Por um fio: Minha Irmã, de Ursula Meier (Fevereiro, 2012)
  • Pastiche de homenagem: O Artista, de Michel Hazanavicius (Fevereiro, 2012)
  • Dissonâncias do presente: Girimunho, de Helvécio Marins Jr e Clarissa Campolina (Janeiro, 2012)
  • Da imortalidade: Inquietos, de Gus Van Sant (Dezembro, 2011)
  • A rigidez do descontrole: Twenty Cigarettes, de James Benning (Novembro, 2011)
  • Controlar a água: Adeus Primeiro Amor, de Mia Hansen-Løve (Novembro, 2011)
  • Cinema de gêneros: A Pele que Habito, de Pedro Almodóvar (Outubro, 2011)
  • Comédia da superfície: Um Método Perigoso, de David Cronenberg (Outubro, 2011)
  • A volta dos que não foram: Os Monstros, de Luiz Pretti, Ricardo Pretti, Pedro Diogenes e Guto Parente (Setembro, 2011)
  • Filme de horror: O Cavalo de Turim, de Béla Tarr (Setembro, 2011)
  • Jogo de espelhos: O Deus da Carnificina, de Roman Polanski (Setembro, 2011)
  • O processo da verdade: Hellman, Kiarostami e alguns vícios da contemporaneidade (Agosto, 2011)
  • Pedra nos sapatos: A Árvore da Vida, de Terrence Malick (Agosto, 2011)
  • Para onde?: O Vento nos Levará, de Abbas Kiarostami (Julho, 2011)
  • O nascimento do caos: Eleição, de Johnnie To (Junho, 2011)
  • Hou Hsiao-hisen entre trens e motos (Junho, 2011)
  • Dez anos depois: Millennium Mambo e o futuro do presente (Junho, 2011)
  • Politicamente clássico-narrativo: Como Você Sabe, de James L. Brooks (Maio, 2011)
  • Notas de Porto Alegre: o cinema brasileiro no Cine Esquema Novo 2011 (Maio, 2011)
  • Orquestrando o caos: Um Convidado Bem Trapalhão, de Blake Edwards (Abril, 2011)
  • Um filme de Adam Sandler: Esposa de Mentirinha, de Dennis Dugan (Março, 2011)
  • Um clássico moderno: Um Assunto de Mulheres, de Claude Chabrol (Março, 2011)
  • Esse velho contemporâneo: A Rede Social, de David Fincher (Março, 2011)
  • Sonho de indústria: Rio, de Carlos Saldanha (Março, 2011)
  • Política de relação: O Dinheiro, de Robert Bresson (Fevereiro, 2011)
  • A vida lá fora: Plataforma, de Jia Zhang-ke (Janeiro, 2011)
  • A fixação em processo: Ne Change Rien, de Pedro Costa (Dezembro, 2010)
  • De volta à ficção: A Sétima Alma, de Wes Craven (Dezembro, 2010)
  • O trágico sublime: A Regra do Jogo, de Jean Renoir (Novembro, 2010)
  • O brilho do lago: Brilho de uma Paixão, de Jane Campion (Novembro, 2010)
  • Jogo sem cena: Amor?, de João Jardim (Novembro, 2010)
  • Além da ideologia: Os Residentes, de Tiago Mata Machado (Novembro, 2010)
  • Em transformação: O Céu sobre os Ombros, de Sérgio Borges (Novembro, 2010)
  • Faz de conta: A Alegria, de Felipe Bragança e Marina Meliande (Novembro, 2010)
  • Uma solidão compartilhada: Transeunte, de Eryk Rocha (Novembro, 2010)
  • Cinema imitado: A Mula Teimosa e o Controle Remoto; Café Aurora e Amor? (Novembro, 2010)
  • O pornógrafo: Piranha 3D, de Alexandre Aja (Novembro, 2010)
  • Em círculos: Um Lugar Qualquer, de Sofia Coppola (Outubro, 2010)
  • A dor da criação: Poesia, de Lee Chang-dong (Outubro, 2010)
  • À frente: Film Socialisme, de Jean-Luc Godard (Outubro, 2010)
  • Velhas novidades: Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos, de Woody Allen (Outubro, 2010)
  • Pobre Isabelle: Copacabana, de Marc Fitoussi (Setembro, 2010)
  • Cinema do possível: Riscado, de Gustavo Pizzi (Setembro, 2010)
  • Na corda bamba: O Último Mestre do Ar, de M. Night Shyamalan (Setembro, 2010)
  • A morte do erotismo: A Encruzilhada das Bestas Humanas, de R.W. Fassbinder (Setembro, 2010)
  • Perdas e ganhos: Avenida Brasília Formosa, de Gabriel Mascaro (Setembro, 2010)
  • As bordas da modernidade: Laura, de Fellipe Barbosa (Setembro, 2010)
  • Sob o risco da ficção: A Última Estrada da Praia, de Fabiano de Souza (Setembro, 2010)
  • Choques de época: Luz nas Trevas, de Helena Ignez e Ícaro Martins (Setembro, 2010)
  • Exotismo às avessas: Um Doce Olhar, de Semih Kaplanoglu (Setembro, 2010)
  • De volta: Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar (Agosto, 2010)
  • E O Profeta, o que é?: O Profeta, de Jacques Audiard (Agosto, 2010)
  • Ao mínimo: Paisagem na Neblina, de Theo Angelopolous (Julho, 2010)
  • Bem-estar: Adventureland, de Greg Mottola (Junho, 2010)
  • O mistério transparente: Crônica da Inocência, de Raoul Ruiz (Junho, 2010)
  • Em seu lugar: Tudo Pode Dar Certo, de Woody Allen (Maio, 2010)
  • O desencanto do desconhecido: Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton (Maio, 2010)
  • Em descompasso: Uma Noite Fora de Série, de Shawn Levy (Maio, 2010)
  • Acordes dissonantes: Sonatine, de Takeshi Kitano (Maio, 2010)
  • Enfim, o inferno: O Inferno de Henri-Georges Clouzot, de Serge Bromberg e Ruxana Medrea (Maio, 2010)
  • A natureza da cultura: Rhur, de James Benning (Abril, 2010)
  • A mentira da verdade: Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira (Abril, 2010)
  • Passado imperdoável: Vozes Distantes, de Terence Davies (Fevereiro, 2010)
  • O pouco que resta: Não Minha Filha, Você Não Irá Dançar, de Christophe Honoré (Janeiro, 2010)
  • Um passeio marginal: Elvis e Madona, de Marcelo Lafitte (Janeiro, 2010)
  • Afetos, medidos e desmedidos: A Falta que me Faz, de Marília Rocha (Janeiro, 2010)
  • Ecoando no vazio: Mulher à Tarde, de Affonso Uchoa (Janeiro, 2010)
  • Um filme para chamar de seu: Pacific, de Marcelo Pedroso (Janeiro, 2010)
  • Entrando em movimento: Estrada para Ythaca, de Luiz Pretti, Ricardo Pretti, Pedro Diogenes e Guto Parente (Janeiro, 2010)
  • Terra arrasada: Insolação, de Felipe Hirsch e Daniela Thomas (Janeiro, 2010)
  • O apocalipse em pureza: Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (Janeiro, 2010)
  • Entre-estar: Handebol, de Anita Rocha da Silveira (Janeiro, 2010)
  • Cinema das origens: As Corujas, de Fred Benevides (Janeiro, 2010)
  • Filmar o cinema: Andrômeda, a Menina que Fumava Sabão, de Carlosmagno Rodrigues (Janeiro, 2010)
  • Love me tender: Sweet Karolyne, de Ana Bárbara Ramos (Janeiro, 2010)
  • Desejo estéril: Do Começo ao Fim, de Aluizio Abranches (Dezembro, 2009)
  • A inevitabilidade flutuante: Like You Know It All, de Hong Sang-soo (Novembro, 2009)
  • O eixo da questão: O Que Resta do Tempo, de Elia Suleiman (Outubro, 2009)
  • Matéria em movimento: Minha Terra, África, de Claire Denis (Outubro, 2009)
  • A produção do sublime: Pickpocket, de Robert Bresson (Outubro, 2009)
  • Ninho de monstros: A Fita Branca, de Michael Haneke (Outubro, 2009)
  • A verdade do mito: Tyson, de James Toback (Outubro, 2009)
  • Um filme e seus recados: Salve Geral, de Sérgio Rezende (Outubro, 2009)
  • Imagens bastardas: Vincere, de Marco Bellocchio (Outubro, 2009)
  • Proletariado para crianças: À Procura de Eric, de Ken Loach (Outubro, 2009)
  • Quase cinema: Arrance-me a Vida, de Roberto Sneider (Setembro, 2009)
  • Da insuficiência: As Praias de Agnès, de Agnès Varda (Setembro, 2009)
  • A verdade da mentira: O Desinformante!, de Steven Soderbergh (Setembro, 2009)
  • As aparências enganam: Singularidades de uma Rapariga Loura (Setembro, 2009)
  • Um manco retorno: Anticristo, de Lars Von Trier (Setembro, 2009)
  • As grades do rigor: Morro do Céu, de Gustavo Spolidoro (Setembro, 2009)
  • Questão de desigualdade: Um Lugar ao Sol, de Gabriel Mascaro (Setembro, 2009)
  • A verdade visível: Sagrado Segredo, de André Luiz Oliveira (Setembro, 2009)
  • Um toque de leveza: Ninotchka, de Ernst Lubitsch (Setembro, 2009)
  • Partido em dois: A Partida, de Yôjirô Takita (Junho, 2009)
  • Stan Brakhage e os filmes (Maio, 2009)
  • De plano em plano: o cinema unitário de Chantal Akerman (Maio, 2009)
  • Do tamanho de seu protagonista: Eu Te Amo, Cara, de John Hamburg (Maio, 2009)
  • Os últimos dias de um lutador (Maio, 2009)
  • Resnais, sempre o mesmo: novo: Beijo na Boca, Não (Abril, 2009)
  • Os vivos e os mortos: Coraline e o Mundo Secreto, de Henry Selick (Março, 2009)
  • Excesso dos excessos: Austrália, de Baz Luhrmann (Fevereiro, 2009)
  • Discreta admiração: Loki, de Paulo Henrique Fontenelle (Janeiro, 2009)
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  • O esvaziamento do afeto: A Casa de Sandro, de Gustavo Beck (Janeiro, 2009)
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  • Os fantasmas de Eastwood: A Troca, de Clint Eastwood (Janeiro, 2009)
  • Noites estrangeiras: os mundos intrusos de F.W. Murnau (Dezembro, 2008)
  • Sobre o natural: Os Estranhos, de Bryan Bertino (Novembro, 2008)
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  • A surpresa da previsibilidade: Eu, Meu Irmão e Nossa Namorada, de Peter Hedges (Novembro, 2008)
  • Em turismo: Paris, de Cédric Klapisch (Outubro, 2008)
  • Iluminação: Sonata de Tóquio, de Kyioshi Kurosawa (Outubro, 2008)
  • Explorando o explorador: Trovão Tropical, de Ben Stiller (Outubro, 2008)
  • As lacunas da memória: Valsa com Bashir, de Ari Folman (Outubro, 2008)
  • Obra em processo: Juventude, de Domingos Oliveira (Setembro, 2008)
  • A imagem roubada: Rock’n’Rolla, de Guy Ritchie (Setembro, 2008)
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